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sábado, outubro 02, 2010

Camille Claudel (1988)

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Ano: 1988

Duração: 175 minutos

Direção: Bruno Nuytten

Roteiro: Bruno Nuytten / Marilyn Goldin

Elenco: Isabelle Adjani, Gérard Depardieu, Laurent Grévill, Alain Cuny, Madeleine Robinson

Sinopse (Fonte: Wikipedia): Em Paris, em 1885, a jovem escultora Camille Claudel entra em conflito com a sua família burguesa ao tornar-se aprendiz e ,depois, assistente do famoso Auguste Rodin. Quando ela se transforma em amante dedo mestre (que já é casado), cai em desgraça junto à sociedade parisiense, embora tenha amigos do porte do compositor Claude Debussy. Depois de quinze anos de tortuoso relacionamento com Rodin, Camille rompe o romance e mergulha cada vez mais na solidão e na loucura. Por iniciativa de seu irmão mais novo, o escritor Paul Claudel, é internada em 1913 num manicômio.

Divulgo aqui um filme importantíssimo para os estudantes de Artes Visuais ou apreciadores desse um clássico cult francês dos anos 1980.
Camille Claudel conta a história da artista que nasceu em 1864 e viria para marcar a história do Impressionismo francês. Infelizmente, em muitos casos, ela é conhecida apenas por ser a amante do renomado escultor contemporâneo à epoca de Camille, August Rodin.
Gérard Depardieu, como sempre, consegue captar cada personagem que faz. Pessoalmente, sou muito fã do trabalho dele, e neste, ele está simplesmente esplêndido! E a bela Isabelle Adjani ganhou inúmeros prêmios por sua atuação como a artista depressiva, que passa até o fim dos seus dias em um hospício.
Numa escala de 0 a 10, indico 10 pra esse filme. Com certeza vale a pena ver.

Para juntar as partes do download, é necessário ter o programa HJSplit.

Camille Claudel (1988). avi
CD1
Parte 1 - Parte 2 - Parte 3 - Parte 4 - Parte 5 - Parte 6 - Parte 7

CD2
Parte 1 - Parte 2 - Parte 3 - Parte 4 - Parte 5 - Parte 6 - Parte 7

Legendas em Português:
CD1 - CD2

sábado, setembro 18, 2010

Modigliani (2004)

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Depois de um tempinho sem atualizar, volto aqui para trazer um filme - item obrigatório para quem estuda Artes Plásticas.
No cenário boêmio/artístico parisiense dos anos 1910, Modigliani é um artista italiano de origem judaica que busca o seu espaço no cenário da arte. Tem como arqui-rival o artista espanhol Pablo Picasso, com o qual tem uma relação ambígua de ódio/amizade.
O filme mostra em parte o preconceito e a perseguição existente por causa da religião de Modigliani, além dos problemas com álcool e tuberculose, que o levaram ao óbito em 1920.
Também é abordada aqui a relação amorosa entre o artista e a estudante francesa Jeanne Hébuterne, com quem tem uma filha em 1918, e sobre os problemas que sofre com os pais da moça por conta de religião - já que eles eram católicos fervorosos.
A única crítica que eu faço, em geral para todos os filmes com produção norte-americana é o fato de que o filme inteiro é falado em inglês, pouquíssimas partes em italiano (por conta da origem do artista), sendo que se passa na França. Parece que os norte-americanos têm preguiça de ler legendas!
Apesar desse único defeitinho, o filme vale a pena, e Andy García está simplesmente esplêndido no papel de Amadeo Modigliani.

Para quem ficou curioso, ou interessado, o download do filme encontra-se abaixo EM .AVI. Saliento aqui novamente, que para juntar os arquivos, precisa-se do programa HJSplit.

MEGAUPLOAD:
Parte 1 - Parte 2 - Parte 3 - Parte 4 - Parte 5 - Parte 6 - Parte 7

Legendas em Português AQUI

segunda-feira, setembro 06, 2010

Banksy, Zezão e o Duo 6emeia

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Com o intuito de buscar sobre o trabalho de diversos artistas que merecem reconhecimento na Arte Contemporânea, escreverei essa postagem falando a respeito destes três artistas que trabalham com intervenção urbana.

O primeiro deles é britânico, e executa um trabalho notável com estêncil, já utilizando as falhas nas paredes ou outras superfícies para realizar as suas intervenções. Banksy têm um apelo político-social em seus trabalhos, os quais sempre denunciam algum podre da sociedade contemporânea.



O Duo 6emeia é representado por dois artistas graffiteiros - Anderson Augusto, conhecido como SÃO e Leonardo Delafuente, conhecido como DELAFUENTE. O que mais chama a atenção no seu trabalho é o fato de eles trabalharem meramente com bueiros. Os bueiros das grandes cidades são a tampa de toda a podridão que corre por debaixo, nos esgotos. Essa dupla consegue tornar o cenário citadino um pouco mais interativo, fazendo com que as pessoas olhem e apreciem o seu trabalho.Para quem quiser ver mais fotos a respeito do trabalho destes dois artistas, indico o Flickr dos próprios.



Já Zezão vai mais além e trabalha DENTRO dos esgotos de São Paulo. É uma forma de chamar a atenção da sociedade para o que ela considera invisível ou inexistente, que é a situação do lixo. Inclusive, nos mostra que pessoas sobrevivem dentro deste universo putrefato, no qual máscaras de gás são acessórios não somente necessários, mas imprescindíveis. Zezão não tem apenas um trabalho inovador, como a estética dos seus traços (geralmente feito em arabescos e os mais conhecidos em tons de azul e azul marinho) chama muito a atenção, o que faz o seu trabalho singular, já que os tons vivos que Zezão cobre as galerias de esgoto preenchem a sujeira, o escuro e o vazio das mesmas. Inclusive é até interessante divulgar a reportagem do profissão reporter que fizeram a respeito dele.



Outro vídeo que fala a respeito do seu trabalho.




Arte Contemporânea não significa apenas "fazer" readymades (sim, isto foi um trocadilho), mas também inovar o contexto da obra de Arte trabalhando questões mais relacionadas à nossa vida atual, e não está fora disso o destino do lixo, as coisas nas quais passamos por cima todos os dias sem nos darmos conta de que aquele pode ser um espaço artístico tão valoroso quanto o do museu.
Esses trabalhos nos mostram o quanto a nossa sociedade absorveu o conceito do "descartável" a ponto de passarmos todos os dias batido por espaços que poderiam nos dar boas e divertidas ideias de interagir.
Essas questões sendo abordadas por pessoas como Banksy, Zezão e o Duo 6emeia já é um avanço para uma humanidade que adquire e joga fora, inclusive as pessoas e os seus sentimentos.
 
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